Case 05 · Sophia

Fortalecendo a saúde mental dos brasileiros através da Sophia

Como utilizamos UX Design para entender as barreiras que impedem a procura de tratamentos para saúde mental e para fomentar essa prática em todo território nacional.

Empresa
Projeto de estudo · curso UX Unicórnio
Ano
2020
Meu papel
UX/UI Designer
Time
Paulo Ortega, Rodrigo Vicenzo
O problema

Segundo a OMS, o Brasil é o país mais ansioso do mundo, e a pandemia piorou o quadro. O que impede os brasileiros de cuidar da saúde mental e seguir em tratamento?

O resultado

A Sophia, um web app pensado primeiro para o celular, que conecta pacientes a um psicólogo em quem possam confiar e oferece atendimento de emergência. Testes de usabilidade com 5 usuários levaram a quatro mudanças antes do protótipo de alta fidelidade.

Saúde mentalB2CWeb · celular + computador
Vista isométrica das telas do app Sophia (onboarding, match, lista de psicólogos, videochamada) ao lado do logo roxo e laranja da Sophia

O desafio

Saúde mental ainda é um tema negligenciado por grande parte da população, em um país em que 1 a cada 2 brasileiros já pensaram em tirar a própria vida. Em meio a um cenário que já era caótico e se intensifica dia após dia com uma pandemia a nível global, nosso time, composto por:

decidiu aceitar o seguinte desafio:

Fortalecer a saúde mental dos brasileiros utilizando UX Design

Entendendo o problema

De acordo com a OMS, o Brasil é o país mais ansioso do mundo e, para piorar, houve um aumento de 80% desses casos só durante a pandemia e outro aumento de 50% nos casos de depressão. Isto é, um total de quase 20 milhões de brasileiros com transtorno de ansiedade e mais de 12 milhões com depressão. Além disso, em média, 24% dos casos de ansiedade evoluirão para depressão, o que torna o quadro ainda mais grave.

O cenário é preocupante, sem previsão de melhora. Nesse caos, os psicólogos se apresentam como os principais agentes para o tratamento desses casos, entretanto, ainda existem barreiras que impedem a melhora da situação.

Objetivo do projeto

Nosso objetivo é entender as barreiras que dificultam que o brasileiro cuide da sua saúde mental e realize os tratamentos necessários e, assim, criar uma solução para contorná-las.

Antes de ganhar escala, o foco será garantir a melhor solução para o problema dos usuários com o menor esforço. Portanto, trabalharemos com um número reduzido de usuários, usando duas metas principais (baseadas no framework H.E.A.R.T.):

  • Satisfação: atingir NPS maior que 75 (zona de excelência) nos 6 primeiros meses;
  • Retenção: ter pelo menos 60% dos usuários ativos (usuários que fazem sessões recorrentes) nos 6 primeiros meses.

Após o estágio de validação inicial, direcionaremos nossas metas para escalar a solução, ou seja, focaremos principalmente no número de usuários.

Criando empatia

Para entender mais a fundo quem e como são essas pessoas, construímos três protopersonas, baseadas na nossa pesquisa de mesa. Elas nos serviram como guia para conduzir nossas pesquisas e foram estruturadas na forma de uma matriz CSD para cada uma, o que nos ajudou a validar nossas suposições e entender quais realmente eram as dores dos usuários. Nossas principais suposições e dúvidas iniciais foram:

Principais suposições e dúvidas da nossa matriz CSD
Principais suposições e dúvidas da nossa matriz CSD

Pesquisa quantitativa

Criamos dois formulários, um para pacientes e um para psicólogos, baseando as perguntas nas hipóteses e dúvidas mais relevantes da nossa matriz CSD. O questionário voltado aos pacientes, com quase 250 respostas, nos ajudou a entender mais sobre os usuários.

Confira o dashboard interativo feito no Google Data Studio.

Pacientes

Dos homens: 61% buscam ajuda profissional quando precisam; 77% falam sobre seus problemas e sentimentos, mesmo que só quando não estão bem; só 4% dos que afirmaram não precisar de um psicólogo disseram já ter pensado ou tentado tirar a própria vida.
Dados que invalidam algumas das nossas hipóteses iniciais

O homem contemporâneo dá mais importância do que pensávamos à sua saúde mental. Apesar disso, entre os homens que afirmaram não ir ao psicólogo porque não precisam (o estereótipo de homem das nossas protopersonas), apenas 4% disseram já ter pensado ou tentado tirar a própria vida. Esse valor contrasta muito com a totalidade da pesquisa, na qual mais de 55% afirmaram já ter pensado em suicídio. Nossa conclusão é que eles não querem e acreditam que não precisam da ajuda desses profissionais e, consequentemente, da nossa.

55% dos respondentes já pensaram em tirar a própria vida.
Dados relevantes de todos os participantes

Por outro lado, a pesquisa não só nos ajudou a ter certeza de que algumas suposições eram válidas, como também nos trouxe novos insights de como poderíamos resolver o desafio:

20% fazem terapia com regularidade. 58% não cuidam da saúde mental de nenhuma forma. 30% pararam de ir ou nunca foram ao psicólogo por motivos financeiros. 13% das mulheres e 10% de todos os participantes não se sentem confortáveis em ir ao psicólogo.
Dados que trouxeram novas oportunidades para explorarmos

Esses dados, especialmente os dois últimos, nos trouxeram várias indagações para investigarmos mais a fundo, já que sabemos que…

… há discrepância entre o que as pessoas falam e o que elas realmente pensam, sentem e como agem.

Psicólogos

A pesquisa quantitativa com os psicólogos, apesar de não ser tão reveladora quanto a parte qualitativa, nos deu alguns direcionamentos do que poderíamos explorar:

96% já atendem online por causa da pandemia. 40% apontaram a falta de privacidade como um problema.
Dados importantes sobre a pesquisa com psicólogos
  • Será que o “online” ainda é um problema?
  • Como e por que esses problemas relacionados aos espaços virtuais acontecem?
  • Como esses profissionais conseguem novos clientes?

Pesquisa qualitativa

Fizemos entrevistas de empatia para aprofundar nos porquês e nos sentimentos dos nossos usuários, todos relacionados a pontos levantados nas pesquisas quantitativas.

Para elaborar os roteiros das entrevistas, atrelamos cada um dos pontos que gostaríamos de entender melhor a uma pergunta aberta com observações do que deveria ser aprofundado, como e por quê.

Trecho retirado do roteiro de entrevistas do paciente
Trecho retirado do roteiro de entrevistas do paciente

Acesse o roteiro de pesquisa completo.

Após realizarmos mais de 20 entrevistas, pudemos observar padrões que nos elucidaram pontos-chave para a continuação do projeto:

Pacientes

  1. O “problema financeiro” não era tão “financeiro” assim. Existem várias iniciativas populares e alternativas baratas para quem não pode pagar. O que acontece é que, na maioria das vezes, as pessoas não encontram um psicólogo de quem gostem, com quem se sintam à vontade e em quem confiem de verdade nesses lugares. Aqueles “10%” da pesquisa quantitativa se mostraram bem mais expressivos do que pareciam.
  2. As pessoas querem resultados rápidos. Quando finalmente encontram um bom profissional, a maioria para o tratamento após sentir uma leve melhora. Consequentemente, os sintomas voltam, gerando um ciclo vicioso.
  3. Terapia online é uma alternativa. Muitas pessoas que começaram a fazer terapia online se sentiram mais confortáveis por estarem em um ambiente pessoal atrás de suas telas, assim, se sentem mais seguras para falar de seus problemas.

Psicólogos

  1. Ainda preferem muito mais o atendimento presencial ao online. Os psicólogos, na verdade, têm bastante facilidade com atendimentos virtuais e veem muitas vantagens nisso, mas ainda pensam que é importante ter um ambiente presencial.
  2. A captação de clientes é um problema. Os psicólogos conquistam clientes pelo boca a boca e pelo convênio. O primeiro é um processo lento e o segundo não dá um bom lucro.

Personas e mapa de jornada do usuário

Para assimilarmos e alinharmos essas novas descobertas como time, redesenhamos as 3 personas e suas respectivas jornadas:

Persona 1
Persona 1
Mapa de jornada do usuário para a persona 1
Mapa de jornada do usuário para a persona 1

Veja as 3 personas e o mapa de jornada do usuário completos.

Ideação

Com as personas e jornadas validadas em mãos, utilizamos o “Como poderíamos?” para fazer a ponte entre os nossos aprendizados e a geração de ideias. Reescrevemos cada um dos pontos principais utilizando o framework em post-its virtuais e os priorizamos em uma matriz de impacto vs esforço utilizando o Miro.

Matriz de impacto vs esforço
Matriz de impacto vs esforço

Identificamos pela matriz o que era mais relevante para o usuário e para o negócio e o que precisaria de menos esforço.

Selecionamos os principais “como poderíamos” e usamos para gerar as ideias de solução, separando um único foco principal e pontos importantes para complementá-lo, seguidos de pontos secundários, mas ainda relevantes para a experiência como um todo.

“Como poderíamos” priorizado
“Como poderíamos” priorizado

Para cada um desses pontos, geramos várias ideias de solução — primeiro individualmente e depois em grupo — , utilizando 4 constraints: soluções que poderíamos construir com 1 bilhão de dólares, sem dinheiro nenhum, usando mágica e com tecnologias futuristas. Apesar de algumas ideias geradas com esse framework parecerem impossíveis de implementar, ao longo do processo fica fácil tangibilizá-las e é aí que surgem várias soluções inovadoras.

De todas essas ideias, votamos nas melhores e discutimos sobre cada uma delas, levando em conta pontos como viabilidade técnica, recursos disponíveis, relevância para o negócio e como essas ideias poderiam interagir entre si. Assim, começamos a aprofundar a solução.

Proposta de valor da solução
Proposta de valor da solução
Definindo a solução
Definindo a solução

Acesse o processo de ideação completo no Miro.

Benchmarking

Decidimos analisar nossos concorrentes apenas após termos uma ideia mais concreta da solução, para não induzi-la, mantendo a inovação, mas ainda tentando aumentar nossa vantagem competitiva. Com isso, mapeamos 5 concorrentes — Vittude, Zenklub, CVV, 7 cups e Fepo — , analisamos cada um deles e criamos uma tabela comparativa entre eles.

Tabela comparativa entre os concorrentes
Tabela comparativa entre os concorrentes

Após a análise, chegamos às seguintes conclusões:

  • Atendimento emergencial e programa de ouvintes voluntários podem ser um diferencial competitivo, já que não existem em plataformas de psicologia brasileiras (o 7cups é estrangeiro e o CVV não é uma plataforma completa, apenas um número de telefone para situações de emergência);
  • Ainda há espaço para desenvolver uma triagem inicial que entenda melhor o paciente de acordo com seu relato, não com autodiagnóstico (o que a maioria faz) — nossa solução começa a fazer isso com a triagem de sentimentos e a inteligência artificial de match, cujo algoritmo aprende conforme faz mais matches;
  • Podemos trabalhar com planos B2B para atingir esse mercado;
  • Aproveitamos a ideia do 7cups para criar trilhas de crescimento pessoal focadas em complementar o tratamento psicológico com etapas individuais.

Protótipo da solução

Um dos desenhos da plataforma usando o framework Crazy Eights
Um dos desenhos da plataforma usando o framework Crazy Eights

Antes de começar a fazer os desenhos no papel como na foto acima, discutimos qual tecnologia usaríamos para a solução, dado que, ao dizer “fortalecer a saúde mental dos brasileiros”, queremos dizer todos eles — portanto, precisamos ser inclusivos. Aplicativos mobile têm, na nossa opinião, uma experiência mais imersiva, entretanto, eles exigem um espaço livre de memória que smartphones simples e antigos não têm.

Então optamos pelo melhor dos dois mundos: o PWA (Progressive Web App), que traz a experiência imersiva, sem a necessidade de fazer download e também é acessível pelo computador. Ele também vai nos ajudar no desenvolvimento da solução, necessitando de menos esforço, porque precisaríamos de menos desenvolvedores para as diferentes plataformas e também de um código mais simples, baseado em HTML, CSS e Javascript com acesso a funções nativas.

Crazy Eights

Dito isso, utilizando o conceito de mobile first, desenhamos as telas do aplicativo usando os Crazy Eights. Foi um momento em que surgiram várias formas de desenhar as mesmas soluções, sempre tendo as personas e suas jornadas em mente.

Esboços em papel, feitos à mão, de seis telas do app: splash com o logo, escolha entre paciente ou profissional, uma introdução ao app, um questionário, uma lista de profissionais com match e o perfil de um profissional com vídeo
Oito esboços em papel de telas do app do exercício Crazy Eights: home pós-match, tutorial, escolha de uma trilha e as etapas do questionário de match
Mais oito esboços em papel: home com o botão de match, o match em andamento, o perfil do profissional com match, a tela de SOS, conteúdos, conquistas, terapia com chat e a agenda do psicólogo
Diferentes esboços das telas do app usando Crazy Eights
Diferentes esboços das telas do app usando Crazy Eights

Fluxo das telas

Para consolidar nossas ideias antes de seguirmos para os wireframes, montamos o fluxo de telas do aplicativo.

Fluxo das telas
Fluxo das telas

Protótipo de baixa fidelidade

Revisitamos as personas e a jornada, nossos esboços e o fluxo de telas para destacar os pontos importantes e amarrar tudo em uma experiência que gera valor para o usuário, resolvendo o problema dele com boa usabilidade.

Ou seja, desenhamos os wireframes no Figma, definindo a arquitetura da informação e o posicionamento dos elementos em um protótipo de baixa fidelidade:

Telas do app em um protótipo de baixa fidelidade
Telas do app em um protótipo de baixa fidelidade

Navegue nos wireframes completos.

Testes de usabilidade

O protótipo de baixa fidelidade foi testado com 5 usuários nas seguintes tarefas:

  • Buscar um psicólogo
  • Iniciar uma sessão de terapia virtual
  • Acionar um atendimento emergencial

Relatório dos testes

Alerta: spoilers do protótipo de alta fidelidade!

1. Fazer o match antes de se cadastrar. O motivo é ter uma barreira a menos para o usuário perceber o valor que a plataforma entrega e diminuir a taxa de desistência. Com isso, a próxima etapa depois do onboarding passou a ser o match, não o cadastro.

Comparação da última tela do onboarding antes e depois dos testes
Comparação da última tela do onboarding antes e depois dos testes

2. Botão de match não encontrado. 100% dos usuários não identificaram a lupa e o card dela como um botão de ação, então tivemos que redesenhá-lo.

Comparação da tela de match antes e depois dos testes
Comparação da tela de match antes e depois dos testes

3. Dificuldades em responder o questionário. Isso aconteceu principalmente porque sentimentos, emoções e sintomas físicos geralmente vêm em diferentes intensidades, então colocamos eles em uma escala numérica.

Comparação de uma das telas do questionário antes e depois dos testes
Comparação de uma das telas do questionário antes e depois dos testes

4. Atendimento virtual não encontrado. Os usuários tiveram dificuldade em encontrar o acesso ao atendimento virtual, então criamos um botão de acesso no card da terapia agendada e também um menu de atendimentos.

Comparação da tela inicial antes e depois dos testes
Comparação da tela inicial antes e depois dos testes

Teste de escrita

Nos testes de usabilidade, também percebemos que os usuários passavam rápido pelas telas explicativas do onboarding sem ler. Então, usando a ferramenta VisualEyes, analisamos a legibilidade e a atenção do usuário nessas telas. Como resultado, reescrevemos e diminuímos os textos e adicionamos um botão “pular”, criando uma experiência mais fácil de ler e de entender, e também menos cansativa para os usuários apressados.

Comparação de uma das telas de onboarding antes e depois dos testes
Comparação de uma das telas de onboarding antes e depois dos testes

Branding

Naming

O processo de naming foi baseado em dois aspectos:

  1. Saúde mental (segmento)
  2. Afinidade entre o psicólogo e o paciente (proposta de valor)

A partir deles, um desdobramento foi feito em um brainstorm, de onde surgiram opções mais criativas.

Processo de naming a partir dos aspectos principais
Processo de naming a partir dos aspectos principais

Sophia.

Do grego sophía, significa sabedoria e transmite a ideia de autoconhecimento.

Acreditamos que “Sophia” transmite mais empatia, abertura e humanidade ao usuário por ser um nome personificado.

Sophia guiará você na busca do melhor profissional para superar seus conflitos e crises, ajudando a fortalecer sua saúde mental e proporcionar autoconhecimento, além de estar sempre presente ‘na alegria e na tristeza’.

Logo

Conceito do logo: um par de alianças (aliança, conexão, parceria) mais um abraço (empatia, afinidade) forma o “S” da Sophia, dois arcos que terminam em pontos, como duas pessoas se abraçando
Raciocínio de criação do logo
Raciocínio de criação do logo

Cores

Laranja mistura emoções ativas e revigorantes, que procuram suscitar sentimentos de vitalidade e felicidade.

Associações: energia, entusiasmo, prosperidade, cordialidade, mudança.

Roxo transmite tranquilidade e ajuda na criatividade, demonstrando sofisticação.

Associações: espiritualidade, autenticidade, veracidade, qualidade, introspecção.

Guia de estilos

Cores: com elas praticamente definidas, escolhemos algumas variações das cores da marca para podermos aplicá-las no protótipo, e também algumas outras complementares.

Cores do guia de estilos
Cores do guia de estilos

Tipografia: optamos por duas fontes diferentes para títulos e texto, ambas sem serifa, trazendo consigo uma sensação de modernidade — principal razão pela qual escolhemos a DIN Next Rounded LT Pro, que fortalece a mensagem com formas arredondadas. Já a Source Sans Pro, para o texto, possui ótima legibilidade, além de ser uma fonte muito utilizada na web, o que agiliza o carregamento da página.

Tipografia do guia de estilos
Tipografia do guia de estilos

Botões e formulários: escolhemos formas um pouco arredondadas, mas nem tanto, a meio caminho entre leveza e seriedade.

Botões e formulários do guia de estilos
Botões e formulários do guia de estilos

Protótipo de alta fidelidade

Por fim, construímos o protótipo de alta fidelidade no Adobe XD, com base nos wireframes, nos testes de usabilidade e no guia de estilos.

Confira o protótipo navegável completo.

Telas do app em um protótipo de alta fidelidade
Telas do app em um protótipo de alta fidelidade

Próximos passos

Como consequência da priorização, levantamos alguns pontos importantes para serem desenvolvidos depois do lançamento do MVP (Mínimo Produto Viável). São eles:

  • IA (Inteligência Artificial) que converse e aconselhe os pacientes
  • Clínicas presenciais em grandes metrópoles para os psicólogos usarem e oferecerem atendimento presencial (eliminando a necessidade e a maior parte dos gastos com um local físico por parte deles)

Além disso, o projeto ainda tem espaço para aprimoramento, já que sabemos que o desenvolvimento de um produto nunca termina.

Os usuários mudam com o tempo, assim como deve acontecer com o produto.

Considerações finais

Agradecemos aos nossos mentores Leandro Rezende e Rafael Frota, do UX Unicórnio, por todo o aprendizado que tivemos nessa caminhada.

Contato dos integrantes do time

Próximo case · CH 02·1Nova landing page da TempoTempo Labs · Reposicionamento de mercado

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